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22 abril 2011

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Pré-adolescência e mídias sociais: bom ou ruim?

por Rebeca Lúcio

É importante que os pais acompanhem os filhos no uso das mídias sociais.
Na era digital, não há como fugir das novas mídias, como o Twitter e o Facebook. Grande parte dos pré-adolescentes que possuem acesso à internet, no Brasil e no mundo, passam quase todo o seu tempo livre navegando por essas mídias. É fato que a interação que as mesmas possibilitam substituem o contato anteriormente feito "ao vivo". Mas até que ponto se pode considerar o uso dessas mídias um benefício? Quando elas podem prejudicar o desenvolvimento dos jovens internautas?

Os benefícios são vastos, como a rapidez, praticidade e comodidade. A economia de tempo proporcionada por essas ferramentas é bastante atrativa para os pré-adolescentes, que podem utilizá-las simultaneamente, cedendo espaço para se realizar outras atividades, como jogos e até mesmo, leitura de livros, revistas e sites de filmes e séries. Gwenn O’Keeffe, CEO e editora-chefe da revista Pediatrics Now, e autora de um relatório sobre o impacto das mídias sociais lançado recentemente pela Academia Americana de Pediatria, aponta que essas mídias estimulam os jovens a se conectar entre si e a expressar sua criatividade, através dos blogs, por exemplo.

Porém, quando o jovem passa mais tempo diante do computador do que praticando atividades físicas, por exemplo, outros problemas podem ser desenvolvidos, como o sedentarismo, problemas ergonômicos e posturais, dores de cabeça frequentes, e também, alienação. Segundo Gwenn, há também a chamada "depressão do Facebook", na qual os jovens apresentam sinais comuns de depressão, mudanças de hábitos alimentares, alterações no sono, mudanças de humor ou isolamento social.

Esses dados nos levam a refletir sobre o uso adequado das mídias sociais pelos pré-adolescentes, que certamente devem ser acompanhado pelos pais por conta da influência que as mesmas podem exercer sobre estes jovens, que estão em fase de desenvolvimento crítico e físico, onde tais mudanças podem afetar diretamente no comportamento e na formação social desse grupo de internautas.

Fonte:

20 novembro 2010

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As crianças e as mídias sociais


Após apresentados os objetivos do projeto, os alunos disseram se possuíam ou não perfil em alguma rede social. Quase todos disseram que sim, mas quando foram perguntados se sabiam o que eram mídias sociais e de que maneira as informações dadas por eles em seus perfis eram disseminadas, nenhum soube responder, comprovando que, apesar de ser muito disseminadas entre pessoas menores de 18 anos, o que é proibido por lei, os alunos não sabiam como se comportar diante das novas mídias e de sua vulnerabilidade ao darem certas informações por meio delas.

11 novembro 2010

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Começa o projeto Clube da Mafalda



Há um mês o projeto Clube da Mafalda começou suas atividades. Com o objetivo de despertar a visão crítica sobre as práticas midiáticas e sociais, os alunos da 5ª. série C da Escola Estadual Machado de Assis, localizada no bairro do Educandos, receberam as primeiras palestras sobre os temas do projeto.

Inicialmente, foram apresentados aos alunos os objetivos e os personagens das histórias em quadrinhos da jovem contestadora Mafalda. O primeiro tema abordado foi mídias sociais, sobre o qual a Relações Públicas Taianne Mafra esclareceu como os alunos devem utilizá-las levando em consideração que as informações postadas ali poderão ser vistas por milhões de pessoas e que há muitos perigos para as crianças nas mídias sociais, bate-papos e outros modismos atuais.

Tudo isso tendo como estratégia o uso das tirinhas da personagem Mafalda para introduzir esses temas ou aprofundar ideias relacionadas a eles. Em seguida, os estudantes fizeram um debate, conduzidos pelos instrutores do projeto, que foi finalizado com um desenho crítico sobre a maneira como os alunos devem se comportar diante das novas mídias.